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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Frei Anastácio diz que Grito dos Excluídos é um alerta para as autoridades


O deputado estadual Frei Anastácio (PT) destacou hoje (6), no plenário da Assembléia Legislativa, a realização do Grito dos Excluídos na tarde desta terça-feira, em João Pessoa. Ele disse que essa é uma manifestação dos movimentos populares que tem a missão de despertar as autoridades e a sociedade para temas que afligem a população.

O deputado disse que um dos protestos da manifestação e contra a violência e o tráfico de animais domésticos e silvestres e as modificações do novo Código Florestal, que reduzirão nossas florestas e causarão sérios desequilíbrios ambientais.

“Nosso grito, também, será contra o alto número de Trabalhadores e Trabalhadoras desempregados, em especial as mulheres e os Jovens, contra a precarização do trabalho e os baixos salários. Defendemos políticas acessíveis e públicas dignas para: saúde, educação, transporte coletivo, energia e de Moradia”, disse o deputado.
O parlamentar destacou que “somos contra a toda e qualquer criminalização dos movimentos sociais e do extermínio da juventude, do campo e da cidade. Ser jovem, ser negro, e ser pobre não é crime. Lutar não é crime”, disse.

Para o deputado, as mudanças sociais só avançaram através da luta coletiva dos povos organizados. O crescimento desenfreado dos índices de assassinatos no Brasil e na Paraíba – quase sempre impunes, de Mulheres e Homossexuais, é parte de uma cultura patriarcal baseada na dominação, na intolerância, e na discriminação de gênero, raça, etnia e orientação sexual.

“Nosso grito não se limita a denunciar as mazelas, mas expressa esperanças e lutas pela construção de relações alternativas, no cotidiano, de modo a sinalizar o tipo de sociedade e de mundo, de mulheres e de homens, que nos esforçamos por construir. Sejamos sementes desse novo que está por vir”, destacou.
Polêmica da fábrica de cimento em Alhandra

O parlamentar voltou a falar sobre a instalação da fábrica de cimento em Alhandra. O deputado exibiu um vídeo, durante seu pronunciamento, com depoimentos de trabalhadoras e trabalhadores revoltados com a possibilidade de perderem suas terras para a usina.

Frei Anastácio deixou claro que não é contra o desenvolvimento de Alhandra e dos outros municípios que estão para receber fábricas. ”Não somos contra a instalação de fábricas. Estamos lutando para que essas fábricas não sejam instaladas dentro dos assentamentos da reforma agrária. Não queremos ver famílias, que hoje vivem muito bem, irem morar nas periferias das cidades, já que não existe mercado de trabalho para elas na zona urbana”, disse o deputado.





Rita Bizerra, com assessoria

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