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sábado, 12 de novembro de 2011

Incra e governo lançam campanha de vacinação contra aftosa em assentamentos


A superintendência regional do Incra/PB e a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária 
e da Pesca da Paraíba firmaram parceria para realização de uma campanha de vacinação 
contra a febre aftosa, de 16 a 22 deste mês nos assentamentos da reforma agrária. A 
campanha será lançada em assentamentos do Litoral Norte, Sertão e Cariri.

O primeiro lançamento será no assentamento Jardim, no município de Curral de Cima, dia 
16, quarta-feira. No dia 18: Margarida Maria Alves, em Pombal; dia 19: Serrote Agudo, em 
Sumé;dia 20:assentamento Juazeiro,em Olho D'àgua e dia 22 a campanha será lançada no 
projeto de assentamento Campo Comprido,em Patos.

Segundo o superintendente do Incra, Lenildo Morais,o objetivo da campanha é imunizar 100% 
do rebanho bovino dos assentados. "Nós queremos proporcionar aos assentados a chance 
deles ficarem com os animais livres da doença e com o certificado de imunização que 
garante trânsito e venda dos bovinos dentro e fora da Paraíba", disse Lenildo.

O secretário de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca da Paraíba, Marenilson 
Batista, acatou de imediato a proposta de parceria com o Incra para imunizar o rebanho 
dos assentados. Segundo Lenildo Morais, essa é a primeira vez que existe uma campanha de 
vacinação direcionada aos assentamentos da reforma agrária, na Paraíba.

*A febre aftosa*

Morais explica que a febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta gado 
bovino e outros animais biangulados (de casco rachado), podendo ser transmitida também 
para o ser humano. Essa doença hoje está presente na Europa, Ásia, América do Sul e 
África. América do Norte, América Central e Oceania estão livres da doença. Os EUA estão 
livres da febre aftosa desde 1922.

*Situação da Paraíba*

A parceria entre Incra e Sedap é fazer com que o rebanho dos assentadosatenda às 
condições exigidas pelo Sistema de Defesa Agropecuária. "Dessa forma, estaremos 
contribuindo para a Paraíba pleitear ao Ministério da Agricultura, Pecuária e 
Abastecimento (Mapa) a mudança de status para zona livre de aftosa já no próximo ano", 
disse Lenildo. A Paraíba é considerada área de risco médio de febre aftosa, de acordo com 
a Secretaria de Defesa Agropecuária. Em nível de Brasil, o governo federal que deixar o 
país livre da doença até 2013.

*Cadastro*

O secretário Marenilson Batista alerta aos produtores que a vacinação é obrigatória,assim 
como a comprovação da imunização, além da atualização do cadastro nos escritórios da 
Defesa Agropecuária. A ausência de comprovação e de atualização do rebanho impede a 
emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento necessário para o transporte de 
animais.

O secretário adverte que os proprietários que não vacinarem seus animais estarão sujeitos 
a multa de R$ 161,55 por cabeça. E, por não declarar, a multa sobe para R$ 323, 10, por 
animal.

*Cronograma da Campanha Incra/Governo do Estada*

16/11Assentamento Jardin - Cidade Curral de Cima

18/11Assentamento Margarida Alves - Cidade Pombal

19/11 Assentamento Serrote Agudo - CidadeSumé

20/11Assentamento Juazeiro - Olho dágua

22/11 Assentamento Campo Cumprido - Cidade Patos


Edinho Trajano, com informações da Secom-PB

Concurso de Pombal gera polêmica


Concurso de Pombal gera polêmica
 Para quem esperou a realização do concurso público para provimento de vagas em cargos de nível superior, médio e fundamental com salários variando de 545 a 1.100 reais da Prefeitura Municipal de Pombal realizado no último dia 6, acabou com ar de decepção após observar assertivas de respostas confusas ou fora de ordem. 
 
O resultado foi uma série de erros constatados na elaboração de questões e um nível elevado para cargos específicos cuja maioria das pessoas sentiu dificuldades na hora de responder apelando para o famoso “chute”.
 
A empresa responsável pela aplicação do certame foi a Meta Concursos e Consultoria. As provas objetivas com duração de quatro horas foram aplicadas nos períodos manhã e tarde em locais definidos pela coordenação. 
 
Entre as reclamações quanto à aplicação das provas específicas, um caso apontado foi para Agente de Vigilância Sanitária, contendo questões de informática.
 
Outros fatos que chamaram a atenção dos que se submeteram as provas do processo seletivo foram às questões que apontavam Pombal possuindo o 11º maior IDH da Paraíba, o artigo "um" ser indefinido e a causa da extinção dos animais do planeta ser o genocídio entre os próprios animais.
 
Há quem defenda a intervenção do Ministério Público para a anulação das provas diante dos “bárbaros” erros. Questões mal elaboradas quando não de conhecimento gerais iguais para provas de Auxiliar de Serviço e Médico.
 
Não bastando, o tão propalado concurso, menina dos olhos da atual administração beira ao cômico, até a história do município foi alterada, mesmo com a comprovação por historiadores de que o título (nome) da cidade foi em homenagem a uma localidade de Portugal a empresa aplicadora do concurso, de forma ultrapassada, considera correto homenagear o Marquês de Pombal.


Mesmo com várias questões apresentando respostas duvidosas e enunciados errados a “meta” agora é fazer a administração municipal entender: quem fez as provas pode ser prejudicado ainda mais se for confirmada a informação de que questões aplicadas pela manhã foram as mesmas aplicadas à tarde, exemplo disso seria a 28 coincidindo com o mesmo teor da questão 18.

Edinho Trajano.

Boletim do Trauma deste sábado


Boletim do Trauma deste sábado
O final desta sexta-feira e o início deste sábado (12) foi movimentado no Hospital de Trauma de João Pessoa. Destaque para 17 atendimentos de acidente de moto e cinco atropelamentos.         

Confira o boletim:
Das 17h00 desta sexta até o fechamento deste boletim o Hospital de Emergência e Trauma recebeu diversos casos, entre urgências (casos clínicos: dor de cabeça, febre, hipertensão, etc.) e emergências.  Destacando-se: (01) arma branca, (04) armas de fogo, (06) agressões física, (17) acidentes de moto, (05) atropelamentos, (01) acidente de automóvel e (03) acidentes de bicicletas.

Edinho Trajano.

Wilson Santiago compara Cássio a Lula e diz que não interessa a quantidade de votos, mas sim a aplicabilidade da lei


O ex-senador Wilson Santiago (PMDB) se mostrou confiante de que conseguirá reverter a posse do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) no Senado Federal. Todo esse sentimento se deve, segundo ele porque é um ficha limpa e que não importa o número de votos e sim a aplicabilidade da lei.

O comentário foi dado na coletiva de imprensa realizado na sexta-feira (11) na sede do PMDB em João Pessoa, após ser indagado sobre a posse de Cássio como senador e o afastamento de Wilson do poder. O político fez até uma comparação de Lula com Cássio dizendo que eles podiam ter milhões de votos, mas que pela aplicação da lei não podiam ser eleitos. Lula por não poder disputar o terceiro mandato consecutivo e Cássio por ser ficha suja.

"Não interessa a quantidade de votos que ele teve e sim a aplicabilidade da lei. Luto e lutarei para que seja cumprida. Cássio não poderia ter sido eleito por estar inelegível. O Lula se quisesse teria milhões de votos e teria vencido, mas não podia ser eleito por causa da lei. Essa é a minha resposta a justiça. Cássio não pode ser candidato porque é inelegível e como ele pode assumir um mandato?", explica Wilson santiago.


Edinho Trajano, com Vanessa de Melo

Após escândalos, governo quer extinguir de vez convênios com ONGs



Após escândalos, governo quer extinguir de vez convênios com ONGsApós uma série de escândalos em que ONGs (organizações não-governamentais) foram usadas para desviar recursos públicos, o governo federal cogita acabar com todos os convênios com organizações a partir do ano que vem. Apesar de já ter suspendido repasses a entidades desse tipo por 30 dias, a presidente Dilma Rousseff está sendo convencida pelo secretário-geral, Gilberto Carvalho, a dar um passo além e decretar o fim desse mecanismo.

Atualmente existem quatro formas de contratar ONGs: convênios, termos de parceria, contratos de gestão e termos administrativos. Os dois últimos regulam serviços contínuos e contêm várias exigências. Os termos de parceria fazem requisições menos duras, por tratarem de projetos de curto prazo. Os convênios, por sua vez, são excessivamente permissivos, de acordo com a própria Abong (Associação Brasileira de ONGs).
Esse mecanismo já é criticado por falta de respaldo legal –apenas um parecer do TCU (Tribunal de Contas da União), ligado ao Poder Legislativo, dá guarida aos que o utilizam. De acordo com membros do comitê para formação de um marco regulatório para as organizações da sociedade civil, recém-instalado no Palácio do Planalto, é “quase unânime” a avaliação de que os convênios de ONGs com o governo precisam acabar.

Mais de 5.000 ONGs estão cadastradas no Ministério da Justiça. A avaliação do governo e de dirigentes de entidades desse tipo é que o fim dos convênios e a obrigatoriedade de participação em licitações vai separar os organismos de financiamento político-partidário dos que realmente cumprem funções importantes na sociedade. Em meados de fevereiro, o grupo que foi instalado na última sexta-feira (11) divulgará medidas de médio e longo prazos.

Mas as medidas que não dependeriam de aprovação do Congresso, como a extinção dos convênios, podem ser anunciadas antes da conclusão do relatório. “É muito consenso para esperarmos tanto”, diz um dos participantes do encontro. Nos bastidores, o temor é de que a medida contamine votações no Congresso, como a da DRU (Desvinculação de Receitas da União), que vai liberar mais de R$ 60 bilhões do Orçamento para o governo gastar como quiser. 

Orlando Silva, ex-titular da pasta do Esporte e sexto membro do governo Dilma a deixar o cargo, sofreu bombardeio diário na imprensa por conta de convênios supostamente fraudulentos com ONGs. Ameaçado no cargo, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, também enfrenta denúncias de mau uso de dinheiro público em convênios desse tipo. 

 Aperto

 Também na sexta-feira o governo começou a apertar o cerco contra as ONGs de caráter político-eleitoral. Uma portaria publicada pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento, junto da Controladoria-Geral da União (CGU), fixou normas mais duras para transferir recursos da União em convênios e contratos de repasse. Em setembro, Dilma já havia tornado obrigatório o chamamento público para firmar convênios com ONGs.

Agora os ministérios deverão “seguir um padrão e atender requisitos, critérios e exigências como a ampla publicidade do chamamento público, inclusive na primeira página do site do órgão concedente e no Portal dos Convênios (Siconv), onde deve permanecer disponível pelo menos por cinco anos”, de acordo com a CGU. Também será exigida a “comprovação de experiência da entidade, nos últimos três anos, em atividade semelhante ao objeto do convênio”.

“O edital de chamamento deverá conter ainda as seguintes informações: especificação do objeto da parceria; datas, prazos, condições, local e forma de apresentação das propostas; critérios objetivos de seleção e julgamento; valor previsto para a realização do objeto; e previsão de contrapartida, quando cabível”, diz a controladoria-geral.

Edinho Trajano.
 
 

Cantor sertanejo suspeito de cometer crimes usava nome falso


Cantor sertanejo suspeito de cometer crimes usava nome falso
O cantor sertanejo Ademir Cândido Franco Barreiros, preso em Comodoro, distante 677 quilômetros de Cuiabá, usava nome falso há quase 10 anos, conforme revelou a Polícia Civil de Mato Grosso. Ele ficou conhecido nacionalmente por suspeita de furtos a joalherias em vários estados e, ainda segundo a polícia, confessou que adotou o nome do irmão Altair Lelis Barreiros, assassinado em um garimpo há alguns anos.

O delegado de Comodoro, Vinícius Prezoto, confirmou ao G1 que o cantor foi preso na quinta-feira (10) por falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Ademir, que se passava por Altair, formava a dupla sertaneja Dudu di Valença e Rodrigo, juntamente com outro irmão chamado Altemir.  De acordo com a polícia, os irmãos já teriam furtado ao menos 25 joalherias em todo o país.

O delegado contou que havia um mandado de prisão em aberto contra Ademir, expedido pela Justiça do município de Cacoal (RO), por receptação, em 23 de outubro de 2008. Ainda segundo Prezoto, a polícia recebeu a informação de que o cantor estava na cidade de Comodoro e estava fazendo uso de documentos falsos. “Sabíamos do mandado de prisão em aberto e tínhamos uma informação de que o suspeito tinha alguma ligação com o mandado. Inicialmente ele se apresentou como Altair e mostrou os documentos que comprovavam o nome. Porém, no momento em que estava sendo interrogado, ele entrou em contradição e confessou que usava o nome do irmão falecido para fugir da prisão”, revelou ao G1.

Ainda conforme o delegado, Ademir contou durante o depoimento que o irmão Altair Lelis morreu em um garimpo e como não foi feita certidão de óbito, ele refez toda a documentação como RG, CPF e carteira de habilitação, no nome do irmão. Isso tudo, segundo a Polícia Civil, utilizando a certidão de nascimento do falecido.

“Ele vinha tendo uma vida normal utilizando os documentos. Por todos os lugares onde passou e respondeu criminalmente, está registrado como Altair Lelis Barreto. A documentação é original, mas a base [certidão de nascimento] que não é”, apontou o delegado ao ressaltar também que o veículo apreendido com o cantor também foi financiado no nome do irmão morto.

O investigador Leandro Mathias Garcia, que realizou a prisão, disse também que no início desse ano, quando o cantor foi preso, Ademir usava documentos falsos. “Quando ele foi preso em maio, ele já estava usando o nome do irmão e acho que ninguém percebeu que os documentos eram falsos”, salientou.

 Ademir Cândido está detido na cadeia pública municipal de Comodoro e disse à polícia que morava com esposa e filhos em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. O advogado Juarez Vasconcelos, contratado pelo suspeito no município de Comodoro, confirmou ao G1 que seu cliente confessou o crime de falsidade ideológica e alegou que ele não é uma ameaça à sociedade. “É contra a fé pública, porém, não é uma ameaça a ninguém", justificou o advogado.

Outras prisões
Os integrantes da dupla sertaneja já foram presos em maio deste ano suspeitos de furtar joalherias em vários estados brasileiros. De acordo com a polícia, eles escolhiam os alvos pela internet e já teriam furtado ao menos 25 joalherias em todo o país. Em um dos casos, acabaram filmados por câmeras de segurança e as fotos deles foram distribuídas a várias joalherias do interior do estado de São Paulo.

O advogado Juarez Vasconcelos contou que o cantor Ademir, que tem 42 anos, atualmente está em carreira solo e era o "Rodrigo" na dupla Dudu di Valença e Rodrigo. Segundo a defesa, Ademir estava há quatro dias em Comodoro para vender seu CD pela cidade e iria, na próxima semana, para Rondônia.

A dupla Dudu de Valença e Rodrigo surgiu em 1997 quando Ademir convidou o irmão Altair Lelis Barreiros para cantar juntamente com ele.

 Edinho Trajano, com G1

Escândalo Olympus projeta sombra nas empresas japonesas


TÓQUIO, Japão, 11 Nov 2011 (AFP) - As revelações sobre faltas na administração financeira da fabricante japonesa de câmeras fotográficas Olympus prejudicam não apenas a imagem da empresa, mas podem enlamear a reputação de outras firmas japonesas, aos olhos dos investidores estrangeiros.

A Olympus admitiu ter maquiado suas contas para ocultar prejuízos colossais em investimentos financeiros de risco nos anos 90, agravando o escândalo que mancha a imagem da empresa e derruba suas ações na Bolsa. O dinheiro oficialmente declarado para aquisições, serviu, na realidade, para diminuir o passivo de suas contas.

"O escândalo poderá prejudicar as vendas de câmeras fotográficas", considerou Nanako Imazu, da empresa de corretagem CLSA.

Os hospitais aos quais o grupo fornece endoscópios, uma de suas especialidades, "podem hesitar em voltar a fazer negócios com uma empresa tão mal administrada", acrescentou.

Com investigações no Japão, Reino Unido e nos Estados Unidos, a Olympus está com sua cotação ameaçada de cancelamento na Bolsa de Tóquio, ao mesmo tempo em que o valor de sua ação perdeu 80% desde 14 de outubro, quando o escândalo chegou à tona.

O professor de economia Yasuyoshi Masuda confessa ter ficado "surpreso com a amplidão" da fraude, com duas décadas de operações complexas avaliadas em um bilhão de euros, segundo a empresa nipônica.

Segundo ele, algumas empresas japonesas, que realizaram investimentos duvidosos nos anos 80 e tiveram prejuízos mais tarde, conseguiram, no conjunto, "sanear seus métodos de gestão, de acordo com as regulações mais estritas editadas após o ano 2000".

Antes, uma empresa poderia manter em sua contabilidade o mesmo valor de compra de um ativo financeiro, mesmo se seu preço tivesse caído muito com o tempo. Agora, são obrigadas a atualizar regularmente os preços de seus bens.

No entanto, as empresas nipônicas conservam "uma cultura de segredo e de falta de transparência para os olhos ocidentais", considera James Lawden, presidente do comitê de assuntos jurídicos da Câmara de Comércio europeu do Japão (ECB).

"Somem a isto o culto à harmonia que dissuade qualquer tumulto e a lealdade dos empregados japoneses a sua empresa, obtendo-se um coquetel que favorece o caso Olympus", prosseguiu.

Para melhorar a governança das empresas nipônicas, Lawden sugeriu reforçar a independência dos encarregados da contabilidade nos conselhos de administração.

Nesta sexta-feira, o governo mostrou-se publicamente comovido com a situação negativa dos negócios nipônicos.

"É triste ver investidores, tanto no Japão, como no exterior, questionar a
equidade e a transparência do mercado japonês", lamentou o ministro delegado dos Serviços Financeiros, Shozaburo Jimi.

Muitos investidores estrangeiros alarmados retiraram aplicações feitas em algumas empresas nipônicas, temendo que o caso Olympus seja, apenas, a ponta de um iceberg.

Edinho Trajano.

Ex-ministro indiano julgado em grande processo de corrupção


Nova Délhi, Índia, 11 Nov 2011 (AFP) - Um ex-ministro indiano compareceu nesta sexta-feira ao banco dos réus para o início, em Nova Délhi, do processo sobre um grande caso de corrupção no setor de telecomunicações, que abalou o governo do primeiro-ministro Manmohan Singh.

A. Raja, ministro das Telecomunicações de 2007 a 2010, é o principal acusado no caso de suposta venda fraudulenta de licenças de telefonia móvel em 2008, revelado dois anos mais tarde.


O ex-ministro é acusado de vender a preço muito baixo as licenças, em troca de subornos, a operadores previamente selecionados. Segundo uma auditoria, a venda teria espoliado o Tesouro em até 40 bilhões de dólares.


Raja, de 48 anos, é julgado ao lado de outros 13 acusados, altos funcionários e diretores de empresas de telecomunicações, acusados de abuso de confiança, fraude e falsificação.

Edinho Trajano.


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Três mortos em acampamentos do movimento 'Ocupem' nos EUA


NOVA YORK, 11 Nov 2011 (AFP) - Duas pessoas morreram com marcas de tiros em acampamentos inspirados no movimento 'Ocupem Wall Street' em Vermont (nordeste dos EUA) e Califórnia (oeste) e uma terceira faleceu por razões desconhecidas em Nova Orleans (sul), segundo a imprensa local.

Em Burlington, Vermont, um homem foi encontrado morto com um tiro na quinta-feira em sua barraca, no que de acordo com o jornal Burlington Free Press se tratou de um suicídio.

Em um vídeo, a polícia aparece tirando o corpo da barraca, montada em um parque ocupado pelos manifestantes anticapitalistas.

Houve tensão quando a polícia mandou que os ativistas deixassem o local para que pudesse investigar o fato.

Em Oakland, Califórnia, meios de comunicação citaram o chefe da polícia, Howard Jordan, ao noticiar que um homem tinha sido baleado na quinta-feira, perto do acampamento do 'Ocupem', embora não tenha ficado claro qual era a sua relação com o protesto.

O site www.occupyoakland.org se limitou a confirmar a morte, informando que "um homem foi baleado e morreu", sem dar maiores detalhes.

Na terça-feira, outro homem foi encontrado morto em sua barraca no 'Ocupem' de Nova Orleans, em frente à prefeitura da cidade, segundo o site do movimento na internet.

A mídia local noticiou que a pessoa, de 53 anos, não demonstrava sinais de traumatismo e estaria morta há dois dias no local até ser encontrada.

Edinho Trajano.
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